“Fui vítima de violência religiosa por usar meu eketé”, diz Táta Luangomina
Era dia de Nkossi Mukumbi (17 de março) – ancestral banto que abre os caminhos para os iorubás, combatentes da guerra e das misérias sociais – quando Táta Luangomina, líder religioso do terreiro Caxuté, em Valença (BA), teve sua crença desrespeitada num Fórum em Santo Amaro (BA). Ele usava seu eketé, espécie de gorro utilizado pelos homens que seguem as r ...
